Porque eu estou voltando

27/02/2011 § Deixe um comentário

Este post tem música. São algumas canções que recebi e que encontrei e que traduzem bastante do que eu sinto neste momento de mudança internacional, de muito estresse com limites de peso no avião, caixas com livros e memórias, últimos preparativos sem-fim antes da partida, que vai ser amanhã à tarde. Até lá, nervos à flor da pele (só sentindo o que estou sentindo para entender essa expressão!) e muita ansiedade. O próximo post será, muito provavelmente, de terras brasileiras.

Este post não é finito. Tem uma sugestão? Manda pra mim!

Da Paula DenariTô voltando, cantada pela Simone:

Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar, telefone não deixa nem tocar, quero lá, lá, lá, ia, porque eu tô voltando!

Da Maria Leticia QuaesnerMudaram as estações, cantada pela Cassia Eller:

Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está, nem desistir nem tentar, agora tanto faz, estamos indo de volta pra casa!

O poema Farewell, de Neruda, entrou na canção Go back, dos Titãs:

Me voy. Estoy triste, pero siempre estoy triste. Vengo desde tus brazos, no sé hacia dónde voy.

Tem também Canta Brasil, na voz do João Gilberto:

Brasil, minha voz enternecida, já dourou os teus brasões, na expressão mais comovida das mais ardentes canções.

Essa é a minha cara, mais agora: Esquadros, da Adriana Calcanhotto:

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome, cores de Almodóvar, cores de Frida Kahlo, cores!

Participação da “querida” HelenaDe volta para o aconchego, com a Elba Ramalho:

Trazendo na mala bastante saudade, querendo sorriso sincero, um abraço, pra aliviar meu cansaço…

Quero

12/05/2006 § 3 Comentários

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo/ Com sabor de fruta mordida/ Nós na batida, no embalo da rede/ Matando a sede na saliva/ Ser teu pão, ser tua comida/ Todo o amor que houver nessa vida/ E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio/ Pelo inferno e céu de todo dia/ Pra poesia que a gente nem vive/ Transformar o tédio em melodia/ Ser teu pão, ser tua comida/ Todo amor que houver nessa vida/ E algum veneno antimonotonia


E se eu achar a tua fonte escondida/ Te alcanço em cheio, o mel e a ferida/ E o corpo inteiro como um furacão/ Boca, nuca, mão e a tua mente – não/ Ser teu pão, ser tua comida/ Todo o amor que houver nessa vida/ E algum remédio que me dê alegria

Onde estou?

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