No dia das mães, 11 coisas para você fazer pela sua

12/05/2013 § Deixe um comentário

Hoje é dia da mãe e disso você já sabe, claro. Talvez você não saiba que eu acho esse o dia mais importante da minha vida – e da sua! Sem elas, as mães, não estaríamos aqui hoje, afinal. Nem eu, escrevendo, nem você, lendo. E certamente não seríamos nem metade do que somos.

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A escolha do tema de um dos meus futuros livros, tem muito a ver com esse amor incondicional pela figura materna. A busca pela família biológica pode ser dura, demorada e dar em nada, como nos muitos casos que estou relatando. Mas eu sempre entendi a razão dos adotados: por pior que seja o cenário, por mais difícil e demorada que for a busca, é importante saber de onde viemos.

Eu tenho muitas coisas para dizer para a dona Nely, a melhor mãe do mundo (e eu não sou o único a dizer!) Mas vou guardar para dizer a ela mais tarde, quando formos almoçar juntos, como fazemos todos os anos e como não fizemos em domingos de sete maios, quando eu morava em Israel. Aliás, sobre esse período, lembro de um diálogo que tivemos quando eu já tinha voltado:

– Você não vai ficar com frio?
– Lembra que eu já cobri duas guerras, mammy?
– Ah, não me lembra disso e leva um casaco!

Mãe é mãe! Enfim, me lembrei de um post que li meses atrás no blog Though Catalog: 11 dicas de coisas bacanas que você pode fazer pela sua mãe agora. Destaco algumas que, por simples que pareçam, servem para dar às mães a alegria que elas merecem por terem nos carregado por nove meses e nos suportado por toda a vida. O resto está lá! Ah! Não precisa ser no dia das mães!

1. Ligue para ela: Ela quer saber os detalhes mundanos do seu dia.
4. Mande flores para ela. Ela ficará completamente arrasada.
6. Vá visitá-la. Por que não a surpreender com uma visita?
7. Pergunte a ela sobre sua infância. Sua mãe não vai estar por aqui para sempre e ela certamente teve uma vida antes de você.

Feliz dia da sua mãe. Feliz dia da mãe que você será – sendo menina ou menino. Feliz dia com a sua mãe! :)

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Desabafo e a lógica materna

12/10/2010 § 2 Comentários

Estou numa merda total. Sem grana até para comer. Ontem pedi comida no delivery com dor no coração. E minha mãe telefona para dizer que volte:

Se aí está tão ruim, por que então não volta?

Ela tem lógica, mas é lógica apressada de mãe. Vou esperar respostas, as coisas podem acabar dando certo. Até lá, estou economizando agurot.

Preciso dormir por algumas horas. Estou insone desde ontem, e ontem dormi apenas um par de horas.

Mas não telefone, eu tendo a não atender ninguém quando estou deprimido. Não é pessoal.

(E isso tudo pode ser só poesia. Ou pode ser que não.)

Uma lágrima

30/08/2010 § 1 comentário

Nasceu! Welcome to life, my baby boy!

E uma lágrima percorreu meu rosto, de emoção e felicidade. Mãe e filho, todo o amor do mundo para vocês ainda é pouco para o que vocês merecem e para o que espera por vocês!

Poesia numa hora dessas.

Lior

28/07/2006 § 1 comentário

 

Estive hoje em um abrigo anti-bombas. Não rolou sirene, não caiu nenhum míssil lançado pelo Hizballah ou pelo Hamas, não teve correria nem nada. O abrigo onde eu estive, em um bairro residencial super tranqüilo de Jerusalém, foi transformado em sinagoga. Uma porta espessa de ferro dá acesso ao templo judaico que abrigou nesta manhã ensolarada de sexta-feira a cerimônia de brit milá (circuncisão) do Lior, o filho da minha amiga Cinthia. O nome ele ganhou hoje, enquanto chorava como o bebê da foto. Lior, hebraico para “luz para mim”, significativo para uma mãe como ela dar para o rebento. A cerimônia foi emocionante, embora bastante simples. Lá, dentro do abrigo anti-bombas, uns amigos, uns parentes, a mãe bastante emocionada e o bebê, cujo choro, como manda o judaísmo, foi calado por gotas de vinho em um pedaço de algodão.

Foi selada a aliança.

[TRADIÇÃO] Contei para uns amigos e eles não acreditaram! O mohel que fez o meu brit milá, em 1979, foi o mesmo que fez o do meu pai, em 1949 e o do meu avô, em 1913! Minha mãe sempre conta que o velhinho – que de acordo com as minhas contas deveria ter uns 90 anos quando me circuncidou – tremia. Ela também, de medo!

Onde estou?

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